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	<title>O último encontro</title>
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	<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:28:47 +0000</pubDate>
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		<title>p&#38;r</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>É cáustico, e ao mesmo tempo deslumbrante.<br />
É sincero, e ao mesmo tempo impossível.<br />
É simples, e ao mesmo tempo acarreta toda a complexidade do mundo.<br />
É profundo, e ao mesmo tempo dizimado em pequenas partículas.<br />
<br />
É nas diferentes vertentes das vossas existências que vos reconheço conteúdo.<br />
<br /></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>É cáustico, e ao mesmo tempo deslumbrante.<br />
É sincero, e ao mesmo tempo impossível.<br />
É simples, e ao mesmo tempo acarreta toda a complexidade do mundo.<br />
É profundo, e ao mesmo tempo dizimado em pequenas partículas.</p>
<p>É nas diferentes vertentes das vossas existências que vos reconheço conteúdo.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>ligações em Z</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2008/04/22/ligacoes-em-z/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2008/04/22/ligacoes-em-z/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 01:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<br />
<p>As palavras saltam-nos por entre os dedos, como se tomassem a forma de qualquer coisa que possa um dia vir a existir.</p>
<p>Correm-nos pelas veias sem nos explicar o porquê da sua insistência ao longo dos tempos, o porquê das suas ridículas curvaturas, das suas vãs sensibilidades e lá continuamos nós inebriados por mais uma fórmula que nos cadenciará até mais um espasmo facial.</p>
<p>Tenho em mim perigosas ligações em Z.</p>
<br />
<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></p>
<p>As palavras saltam-nos por entre os dedos, como se tomassem a forma de qualquer coisa que possa um dia vir a existir.</p>
<p>Correm-nos pelas veias sem nos explicar o porquê da sua insistência ao longo dos tempos, o porquê das suas ridículas curvaturas, das suas vãs sensibilidades e lá continuamos nós inebriados por mais uma fórmula que nos cadenciará até mais um espasmo facial.</p>
<p>Tenho em mim perigosas ligações em Z.</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>can we start again?</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2008/02/29/can-we-start-again/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2008/02/29/can-we-start-again/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 21:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bride</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<font face="verdana,geneva"><font face="book antiqua,palatino" size="3"><font size="3"><font size="3"><br />
Porque é uma grande música. E porque esta página precisa de um (re)start.<br />
<br />
<br /></font><br />
<br /></font><br />
<br /></font><br /></font>
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			<content:encoded><![CDATA[<div><font face="verdana,geneva"><font face="book antiqua,palatino" size="3"><font size="3"><font size="3"><br />
Porque é uma grande música. E porque esta página precisa de um (re)start.</p>
<p></font></p>
<p></font></p>
<p></font><br /></font>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Portas Por Abrir</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/10/25/portas-por-abrir/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/10/25/portas-por-abrir/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 16:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As portas que deixei atrás de mim ficaram encostadas, as que estão na minha frente não estão fechadas, estão trancadas por laços de estupidez que devassa a inteligência de qualquer nobre iletrado. As teias que as encobrem são demasiado espessas, demasiado entrançadas, demasiado demais para que as possa derrubar.<br />
Observo-as a uma distância de segurança e entendo que a única forma de as abrir é com uma corrente colectiva de boa vontade, de prazer, de as querer ultrapassar, e ao olhar para trás vejo essa força a atravessar as portas que ficaram encostadas.<br />
<br />
As portas trancadas nunca serão um problema, são somente mais uma travessia nossa.<br />
<br />
<br />
<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>As portas que deixei atrás de mim ficaram encostadas, as que estão na minha frente não estão fechadas, estão trancadas por laços de estupidez que devassa a inteligência de qualquer nobre iletrado. As teias que as encobrem são demasiado espessas, demasiado entrançadas, demasiado demais para que as possa derrubar.<br />
Observo-as a uma distância de segurança e entendo que a única forma de as abrir é com uma corrente colectiva de boa vontade, de prazer, de as querer ultrapassar, e ao olhar para trás vejo essa força a atravessar as portas que ficaram encostadas.</p>
<p>As portas trancadas nunca serão um problema, são somente mais uma travessia nossa.</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Os esperantes</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/10/25/os-esperantes/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/10/25/os-esperantes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 00:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://imagecache2.allposters.com/images/pic/ING/IG996~Waiting-Posters.jpg" alt="Waiting Art Print by Thierry Ona" title="Waiting Art Print by Thierry Ona" border="0" height="425" width="303" /><br />
<br />
<i>Waiting</i> de <b>Thierry Ona</b><br />
<br />
<br />
<br />
Sete horas de um qualquer final de tarde de Verão. A batalha entre o dia e noite manifesta-se ao fundo, pela mancha de luminosidade paralela aos olhos que se erguem desse corpo recostado numa cadeira confortável, ordenadamente colocada ao centro de um terraço silencioso.<br />
Lentamente, suavemente, aproximo os meus dedos dos teus e ali os deixo a pairar sobre a tua mão. Permaneces com o olhar fixo nas tuas memórias esperando por um futuro que nunca surgirá. De um outro lado, as minhas memórias parecem não existir. Evaporam-se para fora do meu corpo, qual cigarro a sucumbir por entre os dedos. Sinto o vazio de estar tão perto de nada ser, o conforto de nada querer, a ilusão de tudo poder esquecer.<br />
Somos dois paralelos atravessados por demasiadas linhas tortuosas. Somos a subtração um do outro. Somos o desvio que não tem um término.<br />
Suavemente, lentamente retiro as minhas mãos. Desfaço o percurso percorrido e volto para de onde vinha.<br />
<br />
A noite surge vitoriosa.<br />
<br />
Rodando ligeiramente o rosto encontras-me na cadeira ao lado da tua e questionas:<br />
<br />
- Esperamos pela manhã?<br />
<br />
Ao que respondo:<br />
<br />
- Esperamos.<br />
<br />
Como esperantes somos um só, e só isso esperamos.</p>
<br />
<p>&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img src="http://imagecache2.allposters.com/images/pic/ING/IG996~Waiting-Posters.jpg" alt="Waiting Art Print by Thierry Ona" title="Waiting Art Print by Thierry Ona" border="0" height="425" width="303" /></p>
<p><i>Waiting</i> de <b>Thierry Ona</b></p>
<p>Sete horas de um qualquer final de tarde de Verão. A batalha entre o dia e noite manifesta-se ao fundo, pela mancha de luminosidade paralela aos olhos que se erguem desse corpo recostado numa cadeira confortável, ordenadamente colocada ao centro de um terraço silencioso.<br />
Lentamente, suavemente, aproximo os meus dedos dos teus e ali os deixo a pairar sobre a tua mão. Permaneces com o olhar fixo nas tuas memórias esperando por um futuro que nunca surgirá. De um outro lado, as minhas memórias parecem não existir. Evaporam-se para fora do meu corpo, qual cigarro a sucumbir por entre os dedos. Sinto o vazio de estar tão perto de nada ser, o conforto de nada querer, a ilusão de tudo poder esquecer.<br />
Somos dois paralelos atravessados por demasiadas linhas tortuosas. Somos a subtração um do outro. Somos o desvio que não tem um término.<br />
Suavemente, lentamente retiro as minhas mãos. Desfaço o percurso percorrido e volto para de onde vinha.</p>
<p>A noite surge vitoriosa.</p>
<p>Rodando ligeiramente o rosto encontras-me na cadeira ao lado da tua e questionas:</p>
<p>- Esperamos pela manhã?</p>
<p>Ao que respondo:</p>
<p>- Esperamos.</p>
<p>Como esperantes somos um só, e só isso esperamos.</p>
<p></p>
<p>&#160;</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>paixão. outras definições.</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/08/06/paixao-outras-definicoes/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/08/06/paixao-outras-definicoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 00:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bride</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<font face="book antiqua,palatino"><font size="2" face="book antiqua,palatino"><strong>Ficávamos no quarto até anoitecer, ao conseguirmos<br />
situar num mesmo poema o coração e a pele quase podíamos<br />
erguer entre eles uma parede e abrir<br />
depois caminho à água.</strong></font></font>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>Quem pelo seu sorriso então se aventurasse achar-se-ia<br />
de súbito em profundas minas, a memória<br />
das suas mais lonquínquas galerias<br />
extrai aquilo de que é feito o coração.</strong></font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>Ficávamos no quarto, onde por vezes<br />
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior<br />
paixão que pelo coração se chega à pele.<br />
Não há então entre eles nenhum desnível.</strong></font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>(</strong>Luís Miguel Nava)</font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2">&#160;</font></font></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><font face="book antiqua,palatino"><font size="2" face="book antiqua,palatino"><strong>Ficávamos no quarto até anoitecer, ao conseguirmos<br />
situar num mesmo poema o coração e a pele quase podíamos<br />
erguer entre eles uma parede e abrir<br />
depois caminho à água.</strong></font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>Quem pelo seu sorriso então se aventurasse achar-se-ia<br />
de súbito em profundas minas, a memória<br />
das suas mais lonquínquas galerias<br />
extrai aquilo de que é feito o coração.</strong></font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>Ficávamos no quarto, onde por vezes<br />
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior<br />
paixão que pelo coração se chega à pele.<br />
Não há então entre eles nenhum desnível.</strong></font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2"><strong>(</strong>Luís Miguel Nava)</font></font></p>
<p><font face="book antiqua,palatino"><font size="2">&#160;</font></font></p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>reflexão de verão</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/30/reflexao-de-verao/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/30/reflexao-de-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 20:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bride</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Como sempre me conheci neste corpo, a opinião que se segue é, justificadamente, arbitrária e pouco rigorosa. Feito o esclarecimento: é preciso que um homem confie muito para usar uma camisa cor de laranja.</font><font face="book antiqua,palatino" size="3"><br />
Que confie muito em si de modo a evitar os clássicos branco/preto que tão bem imprimem discrição à figura. Ou mesmo os azuis, tão pouco comprometedores. Mas também que confie o suficiente nos outros, de forma a que não haja lugar ao desconforto de ostentar um tom que se torna ruído (e esta palete cromática vai desde o amarelo canário ao vermelho-bordeaux).</font><br />
<font face="book antiqua,palatino" size="3">Mas também é preciso ser-se mulher para entender o poder afirmativo da camisa laranja. E confiar num homem que a use.</font><br /></p>
<p>&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Como sempre me conheci neste corpo, a opinião que se segue é, justificadamente, arbitrária e pouco rigorosa. Feito o esclarecimento: é preciso que um homem confie muito para usar uma camisa cor de laranja.</font><font face="book antiqua,palatino" size="3"><br />
Que confie muito em si de modo a evitar os clássicos branco/preto que tão bem imprimem discrição à figura. Ou mesmo os azuis, tão pouco comprometedores. Mas também que confie o suficiente nos outros, de forma a que não haja lugar ao desconforto de ostentar um tom que se torna ruído (e esta palete cromática vai desde o amarelo canário ao vermelho-bordeaux).</font><br />
<font face="book antiqua,palatino" size="3">Mas também é preciso ser-se mulher para entender o poder afirmativo da camisa laranja. E confiar num homem que a use.</font></p>
<p>&#160;</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Ma Cherie&#8230;</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/25/ma-cherie/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/25/ma-cherie/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 17:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Durante muitos anos a proximidade&#160;fisica que nos unia tinha uma matriz que nos completava, nas brincadeiras, nos amúos, nas rebeldias, na vontade de te irritar ou de te acarinhar.</p>
<p>Hoje na distância que nos separa,&#160;para além do sangue, une-nos o amor que semeamos ao longo das nossas vidas.</p>
<p>Sinto-te perto de mim em cada dia, ignorando todo o mar que nos afasta.</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Durante muitos anos a proximidade&#160;fisica que nos unia tinha uma matriz que nos completava, nas brincadeiras, nos amúos, nas rebeldias, na vontade de te irritar ou de te acarinhar.</p>
<p>Hoje na distância que nos separa,&#160;para além do sangue, une-nos o amor que semeamos ao longo das nossas vidas.</p>
<p>Sinto-te perto de mim em cada dia, ignorando todo o mar que nos afasta.</p>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>milkshake</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/24/milkshake/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/24/milkshake/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 22:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bride</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<div align="justify">
<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Ao longo dos anos, criei o hábito de retornar a alguns filmes. Não por serem excepcionais obras cinematográficas ou por trazerem consigo o estatuto de filme maior, mas por serem peças cuja intemporalidade lhes é imprimida por mim.</font></div>
</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Há dias revi o Before Sunrise por acaso, a meio de um zapping de sábado à noite e apaixonei-me como na primeira vez: pelo que de tão improvável, se torna possível e existe. Que é quase tão raro como escrever um poema a partir da palavra "milkshake".</font></div>
<div align="justify">&#160;</div>
<div align="justify">&#160;</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">daydream delusion, limousine eyelash</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">oh baby with your preety face</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">drop a tear in my wineglass</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">look at those big eyes</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">see what you mean to me</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">sweet-cakes and milkshakes</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i'm a delusion angel</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i'm a fantasy parade</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i want you to know what i think</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don't want you to guess anymore</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">you have no ideia where i came from</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">we have no ideia where we're going</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">lodged in life</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">like branches in a river</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">flowing downstream</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">caught in the current</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i carry you</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">you'll carry me</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">that's how it could be</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don't you know me?</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don't you know me by now?</font></b></div>
<div align="justify">&#160;</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="2">(from <i>Before Sunrise</i>)</font></div>
<div align="justify">&#160;</div>
<div align="justify">&#160;</div>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Ao longo dos anos, criei o hábito de retornar a alguns filmes. Não por serem excepcionais obras cinematográficas ou por trazerem consigo o estatuto de filme maior, mas por serem peças cuja intemporalidade lhes é imprimida por mim.</font></div>
</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">
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<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="3">Há dias revi o Before Sunrise por acaso, a meio de um zapping de sábado à noite e apaixonei-me como na primeira vez: pelo que de tão improvável, se torna possível e existe. Que é quase tão raro como escrever um poema a partir da palavra &#8220;milkshake&#8221;.</font></div>
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<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">drop a tear in my wineglass</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">look at those big eyes</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">see what you mean to me</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">sweet-cakes and milkshakes</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i&#8217;m a delusion angel</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i&#8217;m a fantasy parade</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i want you to know what i think</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don&#8217;t want you to guess anymore</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">you have no ideia where i came from</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">we have no ideia where we&#8217;re going</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">lodged in life</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">like branches in a river</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">flowing downstream</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">caught in the current</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">i carry you</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">you&#8217;ll carry me</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">that&#8217;s how it could be</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don&#8217;t you know me?</font></b></div>
<div align="justify"><b><font face="book antiqua,palatino" size="2">don&#8217;t you know me by now?</font></b></div>
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<div align="justify"><font face="book antiqua,palatino" size="2">(from <i>Before Sunrise</i>)</font></div>
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		<title>727</title>
		<link>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/24/727/</link>
		<comments>http://oultimoencontro.blog.com/2007/07/24/727/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 17:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>moonlight</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="justify">Conduzir um autocarro não deve ser tarefa fácil, mais ainda numa cidade como Lisboa, com tantas ruas estreitas, inclinações e buracos.</p>
<p align="justify">Tenho de confessar que não tendo carta de condução admiro a perícia destes homens e mulheres que diariamente&#160;me conduzem nas&#160;diambulações que faço pela cidade. Contudo, hoje ao dirigir-me ao meu local de trabalho constatei que nem toda as pessoas partilham da minha admiração. Uma "colega" do autocarro 727 indignou-se com a fraca habilidade do condutor e fez questão de ir ter com ele e critica-lo na cara, perguntando-lhe porque razão não colocava determinada mudança e porque optava por acelarar e travar quando ela achava não serem as alturas indicadas. Depois de "despejar" toda a sua fúria sobre o pobre coitado voltou ao seu lugar avisando que não toleraria que a sua viagem continuasse com tais "devaneio". Estupefacto, tal como os restantes passageiros, o condutor nada disse. Infelizmente saí na paragem seguinte ao acontecimento, mas acho que a viagem até ao Restelo não deve ter sido pacífica.</p>
<p align="justify">Parece-me bem que as pessoas manifestem as suas opiniões e os seus desagrados, mas a&#160;falta de educação ou a má formação não é de facto a &#160;melhor forma de fazer valer os nossos direitos.</p>
<p align="justify">Sejamos um pouco mais positivos.</p>
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<p align="justify">Conduzir um autocarro não deve ser tarefa fácil, mais ainda numa cidade como Lisboa, com tantas ruas estreitas, inclinações e buracos.</p>
<p align="justify">Tenho de confessar que não tendo carta de condução admiro a perícia destes homens e mulheres que diariamente&#160;me conduzem nas&#160;diambulações que faço pela cidade. Contudo, hoje ao dirigir-me ao meu local de trabalho constatei que nem toda as pessoas partilham da minha admiração. Uma &#8220;colega&#8221; do autocarro 727 indignou-se com a fraca habilidade do condutor e fez questão de ir ter com ele e critica-lo na cara, perguntando-lhe porque razão não colocava determinada mudança e porque optava por acelarar e travar quando ela achava não serem as alturas indicadas. Depois de &#8220;despejar&#8221; toda a sua fúria sobre o pobre coitado voltou ao seu lugar avisando que não toleraria que a sua viagem continuasse com tais &#8220;devaneio&#8221;. Estupefacto, tal como os restantes passageiros, o condutor nada disse. Infelizmente saí na paragem seguinte ao acontecimento, mas acho que a viagem até ao Restelo não deve ter sido pacífica.</p>
<p align="justify">Parece-me bem que as pessoas manifestem as suas opiniões e os seus desagrados, mas a&#160;falta de educação ou a má formação não é de facto a &#160;melhor forma de fazer valer os nossos direitos.</p>
<p align="justify">Sejamos um pouco mais positivos.</p>
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